Carnegie

blog

A comunicação no pós-pandemia

| 12/05/2021

A pandemia transformou fundamentalmente a forma como nos comunicamos. Nos tornou reclusos, com trabalho remoto, participando de aulas com a interferência da família edos pets. No início aparecíamos com a câmera ligada, penteados e com roupa arrumada. Aos poucos, acompanhamos a transformação da imagem de nossos colegas, usando camisetas, cabelos mais longos, as meninas com roupas mais informais. Aos poucos as câmeras deram lugar aos nomes e também às fotos, hoje quase que somente o professor tem a câmera ligada. 

 

Estamos sempre nos comunicando, de forma verbal e não verbal, seja falando ou escrevendo. A falta de contato presencial causada pela pandemia fez com que nossa comunicação corporal com todas suas sutilezas e gestos desse lugar apenas à comunicação verbal, fazendo com que a fala seja muito importante. 

 

Mas se por um lado, a pandemia nos privou da comunicação não verbal, abriu um mundo de possibilidades, já que barreiras geográficas desapareceram, permitindo que pessoas de todos os lugares pudessem interagir conosco. Essa liberdade geográfica expandiu de forma significativa o nosso potencial de crescimento pessoal, mas aumentou também a necessidade de domínio de uma habilidade que tem desafiado os brasileiros por muito tempo, que é a capacidade de se comunicar oralmente de forma clara e eficiente em inglês. 

 

Para conseguirmos dominar esta habilidade, antes é preciso entender como ela acontece e é assimilada pelo cérebro humano. O aprendizado da fala é uma atividade fundamentalmente mecânica, como prática de um esporte ou um instrumento musical. É uma combinação de movimentos dos músculos da boca, vibração de cordas vocais e fluxo de ar. De acordo com alguns estudos, o cérebro humano aprende a falar  um idioma por associação, partindo de algo que já conhece e, com base na observação de um modelo, imita. Ao ser corrigido em 3 a 5 segundos, é formada uma nova rede neural no cérebro e a  repetição sistemática deste exercício faz com que assim cria-se uma nova  rede neural. Quando isso acontece, consideramos que o aprendizado daquela habilidade foi realizado com sucesso e o registro será permanente, assim apreendemos o novo conteúdo.

 

Apesar de sermos a 9ª economia mundial, o Brasil ocupa a 53ª posição no ranking de proficiência em inglês, com apenas 3% da população fluente no idioma. Este quadro torna virtualmente impossível termos grandes ganhos de proficiência sem o apoio da tecnologia dado que não temos um número suficiente de “modelos” nos ensinando a forma correta de se produzir tais sons. 

Os avanços tecnológicos dos últimos 15 anos têm mudado significativamente este quadro. A popularização da internet, smartphones, computação na nuvem e inteligência artificial têm impactado significativamente o aprendizado de línguas e permitido que pessoas no mundo todo tenham acesso a um aprendizado eficaz na fala do inglês. O desenvolvimento de tecnologias de reconhecimento de voz, como a tecnologia Pinpoint patenteada pela universidade Carnegie Mellon nos Estados Unidos, permite que a plataforma digital ouça a fala do aluno, avalie até 400 aspectos do que ele falou e traga um feedback preciso em tempo real. Além disso, a integração de inteligência artificial nestes estudos permitem que os exercícios de repetição, que são essenciais no aprendizado da fala do inglês, possam ser feitos individualmente, por cada aluno onde e quando ele quiser, já que estas tecnologias hoje são sincronizadas e funcionam no computador, tablet ou mesmo nos smartphones de cada um. 

Existem hoje no mundo algumas soluções que oferecem ensino digital de inglês, mas muito poucas que combinam neurociência e alta tecnologia. A CarnegieSpeech oferecida no Brasil pela Carnegie Brasil é utilizada por mais de 1 milhão de pessoas pelo mundo e é a solução escolhida pelas maiores universidades americanas no desenvolvimento da fala do inglês. Ela foi tema de diversas teses de PHD em linguística e tem resultados comprovados cientificamente, sendo a melhor opção hoje para quem busca conquistar uma comunicação oral clara em inglês. 

A pandemia marcará para sempre a nossa sociedade como um fator crítico de digitalização e aceleração da internacionalização e globalização das relações interpessoais. Ela trouxe grandes desafios, mas também abriu grandes oportunidades para aqueles que souberem identificá-las e estiverem preparados para conquistá-las. Então aproveite este momento e desenvolva sua comunicação tanto em língua portuguesa quanto  inglesa.  

 

A Carnegie Brasil oferece soluções customizadas de aprendizado de inglês que usam metodologias cientificamente testadas e inteligência artificial que permitem que você aprenda inglês de verdade, no menor tempo possível. Sem professor nem aula gravada, a Carnegie usa as mais modernas tecnologias para que você aprenda inglês com exercícios interativos quando e onde quiser. É como ter um professor particular 24 horas por dia! Entre e contato e descubra qual solução Carnegie é ideal para você.

 

Aproveite a parceria da Unyleya com a Carnegie e não perca tempo!


Fale com o time Carnegie Brasil