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A Importância da comunicação nos tempos de pandemia

| 03/05/2021

A pandemia transformou fundamentalmente a forma como nos comunicamos. Nos tornou reclusos, com trabalho remoto, convivendo em reuniões com a interferência da família, das crianças, dos pets. No início exibíamos nossa imagem com a câmera ligada, barba feita e camisa social. Aos poucos, acompanhamos a transformação da imagem de nossos colegas, os homens usando camisetas, cabelos mais longos, barbas por fazer, as mulheres com roupas mais informais, às vezes sem maquiagem. Aos poucos as câmeras deram lugar aos nomes e também às fotos, hoje quase que somente o coordenador da reunião tem a câmera ligada. As reuniões são mais curtas, mais objetivas, não temos o encontro casual no café ou no corredor ou aqueles 10 minutos de quebra-gelo antes de entrarmos no assunto em questão. 

 

Um dos pressupostos da Programação Neurolinguística (PNL) é que “o significado de qualquer comunicação é a resposta que você recebe”. Você percebe se a pergunta que fez caiu bem pela resposta que recebe da outra pessoa, o que pode ser feito diretamente, como quando alguém lhe diz “essa é uma pergunta difícil de responder”, ou por uma linguagem corporal que indica que uma pergunta forte o deixou desconfortável. Estamos sempre nos comunicando, de forma verbal e não verbal, seja por falar ou escrever, por não falar, por não escrever, não responder ou por uma expressão corporal. A falta de contato presencial causada pela pandemia suprimiu uma visão mais ampla do contexto, das sutilezas da comunicação não verbal tornando a comunicação oral muito mais importante. 

 

Se por um lado, a pandemia nos privou da comunicação não verbal, abriu um mundo de possibilidades, já que barreiras geográficas desapareceram, permitindo que pessoas e empresas de todos os tamanhos e estágios pudessem interagir com investidores, parceiros e clientes de todas as partes do mundo. Essa liberdade geográfica expandiu de forma significativa o nosso potencial de crescimento pessoal e profissional, mas aumentou também a necessidade de domínio de uma habilidade que tem desafiado os brasileiros por muito tempo, que é a capacidade de se comunicar oralmente de forma clara e eficiente na língua franca, que é o inglês. 

 

Para conseguirmos dominar esta habilidade, antes é preciso entender como ela acontece e é assimilada pelo cérebro humano. O aprendizado da fala é uma atividade fundamentalmente mecânica, como prática de um esporte ou um instrumento musical. É uma combinação de movimentos dos músculos da boca, vibração de cordas vocais e fluxo de ar. De acordo com o princípio de zonas de desenvolvimento proximal de Vygotsky, o cérebro humano aprende a falar  um idioma por associação, partindo de algo que já conhece e, com base na observação de um modelo, imita. Ao ser corrigido em 3 a 5 segundos, é formada uma nova rede neural no cérebro. A repetição sistemática deste exercício faz com que esta nova rede neural se fortaleça até que o impulso involuntário comece a passar por esta nova rede neural. Quando isso acontece, consideramos que o aprendizado daquela habilidade foi realizado com sucesso e o registro será permanente.

 

Apesar de sermos a 9ª economia mundial, o Brasil ocupa a 53ª posição no ranking de proficiência em inglês, com apenas 3% da população fluente no idioma. Este quadro torna virtualmente impossível termos grandes ganhos de proficiência sem o apoio da tecnologia dado que não temos um número suficiente de “modelos” nos ensinando a forma correta de se produzir tais sons. 

Os avanços tecnológicos dos últimos 15 anos têm mudado significativamente este quadro. A popularização da internet, smartphones, computação na nuvem e inteligência artificial têm impactado significativamente o aprendizado de línguas e permitido que pessoas no mundo todo tenham acesso a um aprendizado eficaz na fala do inglês. O desenvolvimento de tecnologias de reconhecimento de voz, como a tecnologia Pinpoint patenteada pela universidade Carnegie Mellon nos Estados Unidos, permite que a plataforma digital ouça a fala do aluno, avalie até 400 aspectos do que ele falou e traga um feedback preciso em tempo real. Além disso, a integração de inteligência artificial nestas soluções permitem que os exercícios de repetição, que são essenciais no aprendizado da fala do inglês, possam ser feitos individualmente, por cada aluno onde e quando ele quiser, já que estas tecnologias hoje são sincronizadas e funcionam no computador, tablet ou mesmo nos smartphones de cada um. 

Existem hoje no mundo algumas soluções que oferecem ensino digital de inglês, mas muito poucas que combinam neurociência e alta tecnologia. A CarnegieSpeech oferecida no Brasil pela Carnegie Brasil é utilizada por mais de 1 milhão de pessoas pelo mundo e é a solução escolhida pelas maiores universidades americanas no desenvolvimento da fala do inglês. Ela foi tema de diversas teses de PHD em linguística e tem resultados comprovados cientificamente, sendo a melhor opção hoje para quem busca conquistar uma comunicação oral clara em inglês. 

A pandemia marcará para sempre a nossa sociedade como um fator crítico de digitalização e aceleração da internacionalização e globalização das relações interpessoais. Ela trouxe grandes desafios, mas também abriu grandes oportunidades para aqueles que souberem identificá-las e estiverem preparados para conquistá-las. Então aproveite este momento e desenvolva sua comunicação tanto em língua portuguesa e inglesa. 

 

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